domingo, 11 de setembro de 2011

O Príncipe do Egito

Uma das músicas mais boniitas do mundo.
O que faz o valor de um homem?Vale a pena ver.

segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Janela de MSN

Eu sei que fiz esse blog para comentar sobre livros, mas não é todo dia que me mandam uma poesia  de autoria própria pelo msn quando estou triste. Achei bonito e resolvi postá-lo.


"Mesmo morando em caixas de sapatos e estando cercado por asfalto e medo...
Mesmo com toques de recolher imaginarios, fins do mundo previsto ...
Mesmo que as bebedeiras superem as boemias, e que não haja mais letras e nem melodias...
Mesmo não tendo nada para falar, nada o que fazer
Mesmo que tudo seja comum , normal e nada aconteça
haverá poesia em cada canto desse mundo tão quadrado
entao"


Tarssio Disa



-> Obrigada =)

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A Batalha do Apocalipse

A Batalha do Apocalipse é o primeiro romance do brasileiro Eduardo Sphor, lançado em 2009. Eu confesso que hesitei um pouco ao saber que o autor é brasileiro, não por que os autores brasileiros não sejam bons, mas por que são aclamados pelas abordagens sociais e não pela literatura fantástica. Isso prova como é bom nos despirmos de preconceitos infundados, já que adorei o livro. Eu o li já há algum tempo, então é possivel que eu me esqueça de alguns fatos, mas a essência ainda está na memória.
O livro narra a história de Ablon, um querubim condenado a vagar pela Terra até o dia do Apocalipse depois de se voltar contra a soberania de Miguel quando o grande Deus Yaweh cai em porfundo sono. Um dia para Yaweh equivale a milhões de anos mundanos (eu sei que você já ouviu esse argumento, mas fica muito legal na história). E como Deus descansou no sétimo dia, então, há milhões de anos Ele está ausente. Miguel era um dos cinco Arcanjos presentes na criação do universo juntamente com Yaweh e é ele quem toma as decisões na ausência do Todo-Poderoso. Todos estão à espera do dia em que Yaweh acordará e vencerá a Estrela da Manhã (lúcifer) na batalha do apocalipse.
E então começa a jornada de Ablon através dos milênios. Essa jornada é narrada através de flashes, que na verdade são bem longos, mas não menos envolventes. O que eu mais gostei  foi a forma como o autor incorporou acontecimentos bíblicos, crenças populares, religiões em um ponto de vista diferente. Segundoo ele, não existiam medusas, harpias e minotauros. Mas todas as religiões estão encaixadas na história em uma forma de hierarquia. Dessa forma lemos sobre a queda da Torre de Babel , o nascimento e a morte de Jesus numa perspectiva diferente.
É no contexto da queda da Torre de Babel que Ablon conhece Shamira, a Feiticeira de En-Dor, presença constante no livro que conefere a dose certa de romantismo, sem aquele mamão-com-açúcar típico. Fora isso, as lutas entre anjos, demônios e espíritos lendários me lembraram Cavaleiros do Zodíaco e nas passagens mediaveis me lembrou um pouco O Senhor dos Anéis. Enfim, Ablon segue conhcendo humanos, anjos malvados, demônios legais e lutando para que seja feita vontade de Yaweh.
Então, mais um livro recomendadíssimo. Prometo começar a fazer as postagens logo após a leitura dos livros e melhorar minhas escrita =).
=*

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

O Guia do Mochileiro das Galáxias

Leitores imaginários do meu blog! Então, finalmentee terminei de ler a série o Guia do Mochileiro das Galáxias. A obra de Douglas Adams é composta por cinco livros no total cujos títulos são:
1 - O Guia do Mochileiro das Galáxias
2- Restaurante no Fim do Universo
3 - A Vida, o Universo e tudo mais
4 - Até Mais e obrigada pelos Peixes
5 - Praticamente Inofensiva
A saga no primeiro livro começa com a personagem principal, Arthur Dent, tentando salvar sua casa deitado no chão impedindo que um trator a destruísse. Ford Prefect convence Arthur a deixar a situação sob o cuidado de terceiros pois ele sabia que de nada ia adiantar que Arthur salvasse sua casa, já que a Terra também seria destruída. E assim a Terra é destruída pelos Vogons e os dois são salvos pela nave Coração de Ouro, encontrando mais três personagens: Trillian, Zaphod e Marvin.
Douglas Adams é conhecido pelo seu humor ácido. Sua obra é recheada de críticas sobre A Vida, O universo e tudo mais, principalmente sobre a sociedade e a religião (Adams era ateu convicto). Eu gostei da obra, gostei das críticas e gostei de saber que a música Paranoid Android de Radiohead foi inspirada  em Marvin, o robô depressivo. Mas os personagens mais legais estão mesmo nos três primeiros livros e confesso que tive de me esforçar pra terminar o quinto.
A série é recheada de críticas e situações extremamente inusitadas e sem sentido, mas vale a pena ler a série que deu origem ao filme sem muito sucesso no cinema. Mas duvido que o filme tenha conseguido expressar toda a genialidade de Douglas Adams.

P.S -> O robô na imagem  é Marvin e "NÃO ENTRE EM PÂNICO" é o que está escrito na capa do Guia =)

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

Só pra atualizar

Então, quando reli minha postagem "Precisamos Falar Sobre o Kevin" não gostei muito, de modo que tentei editar, mas eu sou uma porta e não consegui. Esqueci também de falar que o livro foi adaptado pro cinema e o trailer, obviamente, vocês podem conferir no youtube. Só pra comentar, adorei a escolha dos atores, com exceção de Franklin, o pai de Kevin. É normal que o livro seja melhor que o filme, mas mesmo assim estou ansiosa pra ver.
Enfim, estou terminando de ler o quinto livro da série "O Mochileiro das Galáxias" cujo título é "Praticamente Inofensiva" pra postar aqui. Fiquei curiosa pra ler Stephen King de modo que provavelmennte minha próxima leitura será "O Iluminado"


até =***

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Precisamos Falar Sobre o Kevin

Bom, já tem tempo que eu quero fazer um blog sobre alguns livros que eu já li e hoje, imediatamente depois de terminar a leitura de "Precisamos falar sobre o Kevin" eu decidi pôr em prática.
Não sei dizer ao certo se esse livro é um dos melhores que eu já li, mas, com certeza é um dos mais surpreendentes.
A história é de um menino, autor de um massacre no seu colégio, que vitimiza nove pessoas: sete colegas, uma professora e um funcionário. Essa história é contada através de cartas que mãe de Kevin escreve ao pai, portanto, o que impera no livro é a tentativa de descrever e entender o filho e seus proprios sentimentos. Gosto desse tipo de narrativa. Acho que me parece bem mais profundo.
Eva é uma mulher independente, fundadora de uma empresa, que viaja para vários países em função de seu trabalho.  Por ter viajado tanto e conhecido tantas outras culturas, ela se torna uma espécie de anti-americana no próprio solo americano. Por esse motivo, o livro acaba sendo uma crítica à sociedade americana. Porém, acaba se apaixonando por Franklin, um típico patriota americano com quem tem dois filhos: Kevin e Célia. Kevin é construído desde o início do livro como um ser humano de péssima índole. À primeira vista me lembrou o menino de "A profecia".
No decorrer do livro eu tive uma impressão que se confirmou em um dos ultimos capitulos. Me parecia (só parecia, não consigo comprovar no livro) que Eva tinha um certo fascínio pelo filho. Ela sabia da personalidade de Kevin, mas achava que ele era inteligente e diferente dos outros. Isso meio que se confirma quando está escrito com todas as letras numa das falas dela: "Ele é um gênio".
Enfim, escrevi de mais para o meu primeiro post. Recomendo.. Boa leitura