Bom, já tem tempo que eu quero fazer um blog sobre alguns livros que eu já li e hoje, imediatamente depois de terminar a leitura de "Precisamos falar sobre o Kevin" eu decidi pôr em prática.
Não sei dizer ao certo se esse livro é um dos melhores que eu já li, mas, com certeza é um dos mais surpreendentes.
A história é de um menino, autor de um massacre no seu colégio, que vitimiza nove pessoas: sete colegas, uma professora e um funcionário. Essa história é contada através de cartas que mãe de Kevin escreve ao pai, portanto, o que impera no livro é a tentativa de descrever e entender o filho e seus proprios sentimentos. Gosto desse tipo de narrativa. Acho que me parece bem mais profundo.
Eva é uma mulher independente, fundadora de uma empresa, que viaja para vários países em função de seu trabalho. Por ter viajado tanto e conhecido tantas outras culturas, ela se torna uma espécie de anti-americana no próprio solo americano. Por esse motivo, o livro acaba sendo uma crítica à sociedade americana. Porém, acaba se apaixonando por Franklin, um típico patriota americano com quem tem dois filhos: Kevin e Célia. Kevin é construído desde o início do livro como um ser humano de péssima índole. À primeira vista me lembrou o menino de "A profecia".
No decorrer do livro eu tive uma impressão que se confirmou em um dos ultimos capitulos. Me parecia (só parecia, não consigo comprovar no livro) que Eva tinha um certo fascínio pelo filho. Ela sabia da personalidade de Kevin, mas achava que ele era inteligente e diferente dos outros. Isso meio que se confirma quando está escrito com todas as letras numa das falas dela: "Ele é um gênio".
Enfim, escrevi de mais para o meu primeiro post. Recomendo.. Boa leitura

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